Não, isso não muda muita coisa nas minhas dúvidas e nessa minha confusão sem eira nem beira. Mas não ignoro a relevância desse fato na minha vida profissional simplesmente porque eu não sou mais uma criança. Reconheço a importância do sucesso, ainda que ele definitivamente não seja a coisa mais importante nesse momento de tantos questionamentos.
domingo, junho 29, 2008
Não, isso não muda muita coisa nas minhas dúvidas e nessa minha confusão sem eira nem beira. Mas não ignoro a relevância desse fato na minha vida profissional simplesmente porque eu não sou mais uma criança. Reconheço a importância do sucesso, ainda que ele definitivamente não seja a coisa mais importante nesse momento de tantos questionamentos.
segunda-feira, junho 23, 2008
Terça é dia de feira, portanto é dia de peixe no almoço e também de flor. Sandália havaiana jogada do lado da cama, toalha no chão - eu acho lindo ela de cabelo molhado. Tantas vezes acordei com o barulho do secador invadindo meu sonho. Não gosto de pasta de dente que gela, tenho aflição. Prefiro dormir do lado direito, mas é do lado esquerdo que fica o telefone. Quando tá chovendo a porta da frente incha e range quando se abre, dá pra ouvir o chuveiro balançando. A coberta tá toda embolada. Eu sinto calor, ela morre de frio. Mas, no meio da noite, a gente se encontra.
No avião fiquei olhando o mar pela janela. Levantei o braço da poltrona, não tinha ninguém no meio. Quando estico a perna sempre acho que ela vai botar a sua por cima. Como no cinema. Pra mim o mundo se divide em duas categorias de pessoas: aquelas que chupam toda a bala durante o trailer, e aquelas que só o fazem depois que o filme começa. Ela espera. Eu não. Será que é por isso que eu a amo tanto?"
Ao querido São João
Que me desse um matrimônio
São João disse que não!
São João disse que não!
Isto é lá com Santo Antônio!
A coisa mais fofa do mun-do é ver uma criança cantando Lamartine Babo...
domingo, junho 22, 2008
What you do to my head
When you pull me upstairs
And you push me to bed
I love what you do to my head
It’s a mess out there!
Oh I love, oh I love, oh I love
What you do to my heart
When you push me back down
And then pull me apart
I love what you do to my heart
It’s the best, oh yeah!
Oh I love, oh I love, oh I love
What you do to my lips
When you suck me inside
And you blow me a kiss
I love what you do to my lips
It’s so sweet in there
Oh I love, love, love, love
What you do to my hips
When you blow me outside
And then suck me like this
I love what you do to my hips
It’s the beat oh yeah!
You’re the only one I cry for
The only one I try to please
You’re the only one I sigh for
The only one I die to squeeze
And it gets better everyday, I play
With you it’s such a scream
Yeah it gets better everyday, I say
With you it’s so extreme
Yeah, it gets wetter everyday, I stay
With you it’s like a dream
Oh I love, Oh I love, Oh I love
What you do to my skin
Please slip me on
And slide me in
I love what you do to my skin
It’s the crush, oh yeah.
Oh I love, love, love, love
What you do to my bones
When you slide me up
And take me home
I love what you do to my bones
It’s the crush oh yeah
You’re the only one I cry for
The only one I try to please
You’re the only one I sigh for
The only one I die to squeeze
And it gets hazier anyway, I sway
With you it’s such a scream
Yeah it gets mazier every play, I say
With you it’s so extreme
Yeah, it gets crazier everyday, I stay
With you it’s like a dream
Oh I love, oh I love, oh I love
What you do to me
quarta-feira, junho 18, 2008
Mala do meu irmão para nove dias na Escócia
terça-feira, junho 17, 2008
No quintal da Antártida
A Antártida, o continente gelado, parece até o quintal das irmãs Marina Helena, 8, Tamara, 11, e Laura, 11. Filhas do navegador Amyr Klink, elas já viajaram três vezes com os pais para o pólo Sul (2006, 2007 e 2008).
"Tem gente que acha que a Antártida é uma coisa só, grande e branca, mas lá não tem só gelo. Tem mar, montanhas e muitas espécies de animais", ensina Tamara.
De todos, Laura gosta das focas-de-pêlo. "É engraçado quando elas correm atrás de você querendo brincar. A gente tem que bater as mãos e os pés para elas se assustarem e irem embora. É que a mordida pode infeccionar."
Marina se diverte com os pedidos dos amigos. "Querem que eu traga um pingüim para deixar no freezer. Explico que não posso tirá-lo de lá e que o freezer não tem a temperatura certa."
Ela traz na bagagem boas histórias. "Um dia, minha mãe tirava fotos, e um pingüim entrou na mochila dela. Os pingüins são curiosos, mas acho que esse estava com frio mesmo!"
Lição de casa Na última viagem, o desafio foi a lição de casa passada pelos professores. "Estudamos mais que os alunos que foram para a escola e ficamos adiantadas", diz Laura.
Na volta às aulas, foi a vez do trio montar palestras para contar à turma da escola o que viram no pólo Sul.
"Os ninhos dos pingüins, por exemplo, são feitos de pedras. Eles vão bem longe e pegam uma pedrinha por vez com o bico", ensina Laura. "É por isso que não se pode pegar nenhuma pedrinha de lá. Mas, às vezes, dá vontade!", diz Tamara.
Bate-papo
As irmãs Klink conversaram com os alunos da Escola Caminho Aberto, de São Paulo, sobre as viagens. Confira abaixo trechos dessa conversa:
Se o seu pai não fosse navegador, o que gostariam que ele fosse? DANIEL GALON, 8
Hummm! Meu pai conheceu minha mãe fazendo uma palestra que ela organizou sobre as viagens dele. Se ele não fosse navegador, a gente nem existiria!
MARINA HELENA KLINK, 8
Vocês já visitaram outros países além da Antártida? JOÃO PEDRO SISTERNES, 9
A Antártida não é um país. Não tem língua, bandeira, cultura, e ninguém mora lá. É um continente de paz, onde só os cientistas e pesquisadores que não têm objetivos econômicos podem ir. É o lugar do planeta com menor interferência do homem. Ninguém tem condições de viver lá.
MARINA BANDEIRA KLINK, 45
Dos animais que vocês conheceram lá, qual é o favorito de vocês? ISABELA SHINZATO, 9
De todos os que já vi nas viagens, os que me fazem suspirar são as baleias. Elas são especiais porque a gente só as vê se elas quiserem ser vistas. Paramos qualquer coisas que estivermos fazendo no barco para ir lá fora ver as baleias nadando. Elas são enormes e bem mansinhas.
MARINA BANDEIRA KLINK, 45
Eu gosto da orca. Apesar de ela ter fama de malvada, é muito bonita e se camufla como o pingüim: como a barriga dela é branca e as costas são pretas, o predador que olha de baixo acha que ela faz parte do céu, e o que olha de cima acha que ela faz parte do mar.
TAMARA KLINK, 11
Gosto das baleias porque dão cambalhotas e dos pingüins porque é engraçado o jeito que elas olham para você e vêm andando na sua direção.
LAURA KLINK, 11
O que vocês querem ser quando crescerem? RODRIGO NAKANAMI, 7
Quero ser navegadora como o meu pai! Mas sempre disse para ele que eu não sei os caminhos de nenhum lugar [risos].
MARINA HELENA KLINK, 8
Eu também vou ser navegadora, mas não vou só para a Antártida, vou para o Ártico também. Todo mundo acha que é igual, mas são lugares bem diferentes. Se não der, vou ser bióloga.
TAMARA KLINK, 11
Eu também vou ser navegadora, e também quero escrever sobre os lugares que eu visitar.
LAURA KLINK, 11
Quantas vezes vocês já viajaram para a Antártida? LUANA FARAH, 8
Elas foram três vezes. Eu fui sete, e o Amyr, pai delas, foi 29 vezes.
MARINA BANDEIRA KLINK, 45
* Escute de perto essas e outras curiosidades vividas por essa família aventureira. No dia 13/7, no Sesc Pompéia,Tamara, Laura e Marininha vão apresentar detalhes de suas três viagens. Grátis.
Folhinha, 14 de junho de 2008.
domingo, junho 15, 2008
Quem não tem namorado não é quem não tem amor: é quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem três pretendentes, dois paqueras, um envolvimento, dois amantes e um esposo; mesmo assim pode não ter nenhum namorado. Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema, sessão das duas, medo do pai, sanduíche da padaria ou drible no trabalho.
Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar lagartixa e quem ama sem alegria.
Não tem namorado quem faz pactos de amor apenas com a infelicidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade, ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível de curar.
Não tem namorado quem não sabe dar o valor de mãos dadas, de carinho escondido na hora que passa o filme, da flor catada no muro e entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque, lida bem devagar, de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada, de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia, ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo, tapete mágico ou foguete interplanetário.
Não tem namorado quem não gosta de dormir, fazer sesta abraçado, fazer compra junto. Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele; abobalhados de alegria pela lucidez do amor.
Não tem namorado quem não redescobre a criança e a do amado e vai com ela a parques, fliperamas, beira d'água, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical da Metro.
Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos, quem não se chateia com o fato de seu bem ser paquerado. Não tem namorado quem ama sem gostar; quem gosta sem curtir quem curte sem aprofundar. Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada ou meio-dia do dia de sol em plena praia cheia de rivais.
Não tem namorado quem ama sem se dedicar, quem namora sem brincar, quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele.
Não tem namorado que confunde solidão com ficar sozinho e em paz. Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo.
Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando 200Kg de grilos e de medos. Ponha a saia mais leve, aquela de chita, e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração estouvado, saia do quintal de si mesma e descubra o próprio jardim.
Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo de sua janela. Ponha intenção de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteio.
Se você não tem namorado é porque não enlouqueceu aquele pouquinho necessário para fazer a vida parar e, de repente, parecer que faz sentido."
Artur da Távola
sábado, junho 14, 2008
Notinha do Migalhas no dia 12 de junho.
I was blind as can be
When you give a man luck
He must fall in the sea
And she wants you
To steal and get caught
For she loves you
For all that you are not
When you're falling down
Scarlett é fofa
terça-feira, junho 10, 2008
Que cena maravilhosa, aquela.
Não acredite nas coisas negativas que você ouvir sobre o filme do Sex and the City: é uma de-lí-cia! Eu e minhas amigas adoramos...a gente riu, chorou e chorou de rir. Foi a maneira perfeita de fechar a noite do domingo.
segunda-feira, junho 09, 2008
"Foi no Timor Leste que vi Sérgio pela primeira vez. Éramos as únicas pessoas que se levantavam às 5 da manhã para correr antes de ir para o escritório. Várias vezes nos cruzamos correndo. Mas a primeira vez em que conversamos de assuntos que não de trabalho foi num jantar para Ramos Horta, Nobel da Paz de 1996 e presidente do Timor. Naquela noite, Sérgio me surpreendeu falando dos primeiros anos de sua infância, passados em Buenos Aires, minha cidade. Ali começou uma conversa que nunca terminou.
Passamos a trocar idéias com freqüência, mas demorou até ele pedir meu telefone. O processo de aproximação foi lento. Mas, assim que começamos a namorar, rapidamente fomos morar juntos. O conflito, as situações-limite criam a necessidade de estabelecer vínculos fortes.
Vivemos juntos mais de três anos e tínhamos planos de nos casar. Sérgio queria demais ter uma filha. Ele achava que, depois de 30 anos percorrendo conflitos, havia conquistado o direito de dar uma parada naquela vida maluca. O Timor, maior sucesso pessoal e profissional de sua carreira brilhante, o exaurira. Ele queria formar uma família e ter tempo para dar atenção à ela.
Sérgio era super-romântico. Uma vez, morávamos ainda no Timor e viajei a trabalho. Para me receber, na volta, ele pegou papel, com tesoura cortou corações e neles escreveu nossos nomes e coisas como “amo você”, “saudades”, “bem-vinda”. Espalhou esses corações, que tenho até hoje, pela casa inteira. Ele fazia esse tipo de demonstração de amor, tanto na vida privada como publicamente. Quando os timorenses ofereceram o jantar oficial de despedida para ele, na hora do brinde, Sérgio agradeceu ao povo local a oportunidade de participar de um período histórico e de lá ter me conhecido, o que transformara sua vida. Ele me fazia sentir uma rainha.
Nos anos em que vivemos juntos, moramos no Timor, em Nova York, em Genebra. E então surgiu o Iraque. Por duas vezes ele se recusou a assumir aquela missão, mas foi pressionado a aceitar. Antes, perguntou-me se eu iria com ele. Respondi que aonde ele fosse eu iria.
Na noite anterior ao atentado, chegamos cedo em casa. Estávamos muito cansados. Preparamos juntos ovos fritos e massa. Normalmente veríamos um filme no computador. Mas naquela noite ficamos conversando. Concordamos que tínhamos que agendar nossas passagens para o Brasil. Eu queria que ele mantivesse a perspectiva de que o fim daquela missão ingrata estava perto e não perdesse a confiança, apesar das dificuldades enormes que enfrentávamos desde o momento em que chegáramos, em maio. Faltavam quatro semanas para partirmos. Planejando o futuro, podíamos lidar melhor com o presente. Naquela noite, dormimos mais em paz."
Carolina Larriera, sobre Sérgio Vieira de Mello
(Revista Claudia)
domingo, junho 08, 2008
And your arm felt nice wrapped 'round my shoulder
And I had a feeling that I belonged
And I had a feeling I could be someone
A Tracy tem um jeito bem mais poético de dizer "com você, até na pqp"...
- Oi, Bile! Eu te liguei ontem à noite, você viu?
- Também...você me liga bem na hora do penúltimo capítulo da novela??
- Então você me binou??
- Lógico que sim!
Sras. e srs., minha melhor amiga.
sábado, junho 07, 2008
"Eu te amo: abstrato brechtiano, autoirônico"
Uma pérola, mesmo.
quinta-feira, junho 05, 2008
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quarta-feira, junho 04, 2008
Meus amigos eu reconheço pelos conselhos.
terça-feira, junho 03, 2008
"Para estar bela basta que a mulher use um pulôver negro, uma saia negra e esteja de braço dado com o homem que ama."
segunda-feira, junho 02, 2008
tied to me tight tie me up again
who's got their claws in you my friend
Into your heart I'll beat again
Sweet like candy to my soul
Sweet you rock and sweet you roll
Lost for you, I'm so lost for you
You come crash into me
And I come into you
I come into you in a boys dream
Touch your lips just so I know
In your eyes, love, it glows so
I'm bare boned and crazy for you
When you come crash into me, baby
And I come into you in a boys dream
If I've gone overboard then I'm begging you
to forgive me in my haste
When I'm holding you so girl close to me
Oh and you come crash into me, baby
And I come into you
Hike up your skirt a little more
and show the world to me
In a boys dream..
Oh, I watch you there through the window
And I stare at you, you wear nothing
but you wear it so well tied up and twisted
the way I'd like to be
For you, for me, come crash into me, baby..
nunca me cansei de ouvir essa música



