r e t i c e n t i a . . .

"As reticências são os três primeiros passos do pensamento que continua por conta própria o seu caminho..." Mário Quintana

quinta-feira, março 31, 2005


Março, 2001


- Desde o sul eu gostei de você. Te achei gatinha, mas....
- ...
- Você é muito charmosa!!!!
- Sou o quê?? Hahahahaha...

Dias de cão vieram. Depois te conto. Vivi momentos como se estivesse num filme de David Lynch. E assim como nos filmes dele, continuo sem entender nada, fecho os olhos e vejo e revejo a mesma cena. O que posso dizer é que meu corpo não mais me pertence. Melhor: não pertenço mais a esse corpo. Carcaça. Pavor. Sono. Minha cama é meu divã.

De como nascem as viagens

Viagens podem ser desejadas ou indesejadas. Podem ser arranjadas. Podem ser adotadas. (Podem ser abortadas, também.) Viagens podem ser prematuras. Viagens podem ser até gêmeas (junte duas viagens numa só, e voilà).

Poderia ser diferente, mas a verdade é que a maioria das viagens nasce por descuido, mesmo. Em cima da hora você se dá conta de que vem aí um feriadão ou o fim do ano ou as férias das crianças e precisa cumprir suas obrigações domésticas. (Viagens assim costumam ser geradas do jeito mais papai-mamãe que existe: indo direto ao anúncio da CVC no jornal de domingo, sem preliminares nem nada.)

As melhores viagens, no entanto, nascem (a) de aventuras irresponsáveis ou (b) de projetos maduros de longo prazo. Você se apaixona por um livro, por um filme, por uma comida, por uma foto, por uma idéia e imediatamente começa a gestar uma viagem que algum dia, se tudo correr bem, verá a luz.

Comigo já aconteceu de tudo quanto é jeito. Minha viagem mais esdrúxula e inesperada nasceu de um "Caraca!" que eu ouvi na mesa ao lado da minha, no trabalho. Um mês e meio depois eu poderia ser visto usando 20 mil milhas Smiles para voar até a Venezuela e passar o feriado de Corpus Christi no arquipélago caribenho de Los Roques, onde tirei a foto que ilustra este post. (Num dia que eu estiver sem assunto eu conto essa história inteira.)

A viagem para a qual estou embarcando hoje começou a nascer há uns cinco anos. A idéia era ir à Cidade do Cabo e a Sydney numa mesma empreitada, e na volta escrever alguma coisa como "Todos os Rios de Janeiro do mundo". (Não me venha com São Francisco, Hong Kong ou Vancouver – Rio de Janeiro que é Rio de Janeiro tem que estar no Hemisfério Sul e ter clima, no máximo, subtropical.)

A coisa voltou à tona em fevereiro de 2004, quando eu sentei para reescrever meu primeiro livro, o "Viaje na Viagem" (que vai sair em algum momento de 2005 – se eu conseguir terminar –, lotado de informações inéditas, com o título "Almanaque Viaje na Viagem"). Eu tinha passado os últimos quatro anos perambulando nas horas vagas pelo litoral brasileiro, por conta do meu guia de praias (www.freires.com.br). Nesse tempo todo, as viagens para longe foram poucas, e todas vapt-vupt. Reescrever o livro provocou em mim a mesma comichão aeroportuária que o "Viaje" costuma provocar nos leitores. Além do quê, em alguns momentos eu me senti um pouco enferrujado. Como reescrever um livro louvando as grandes viagens superplanejadas, se fazia anos que eu não empreendia nenhuma viagem assim?

Foi então que resolvi colocar o Japão no roteiro. Pronto. Eu já tinha uma grande viagem para ficar superplanejando até janeiro chegar.

Ricardo Freire



Conhecer as manhas e as manhãs,
o sabor das massas e das maçãs.

domingo, março 27, 2005


A Carrie Bradshaw da vida real se chama Sienna Miller, não é nova-iorquina, mas sim londrina, e é noiva de Jude Law ;)



Eu só queria poder influenciar, inspirar, instigar, provocar, iluminar, tocar...ar, ar, ar...as pessoas.

Registradora. Essa semana aconteceu uma coisa que, após reflexão, resolvi registrar. Porque isso aqui nada mais é um regsitro que daqui muitos anos eu vou ler e sentir novamente exatamente como eu estava. Como no meu antigo blog, que durou poucos meses em 2002. Quando eu leio, me transporto em segundos e consigo achar que ainda estou á atrás. Bom, mas isso é assunto pra outro post. Foi no trabalho, eu fiz algo que quase me causou um enfarte, e não contei pra ninguém. Me pediram pra escrever um email, em inglês, pedindo informações pra uma executiva de uma empresa gigantesca de telecomunicações sediada em Manaus. Eu escrevi. Mas ao invés de ter dado um "forward" e encaminhar pra minha chefe, eu dei um "reply", sem copiar ninguém, só a tal mulher. Pra minha sorte ela não era nenhuma bã bã bã, como diria minha mãe, mas convenhamos. Senti como se eu tivesse cagado no mundo inteiro. Quando me dei conta, quase caí da cadeira, meu coração disparou e eu rezei como um coroinha. Fiquei vermelha como um tomate. Mas ninguém percebeu. Imediatamente, eu encaminhei o email pro meu chefe corrigir. Enquanto isso, a tal mulher já devia estar lendo o outro email, sem niguém saber. Parênteses: por que era tão grave mandar esse email? Porque não se manda email sem revisão para algumas pessoas e algumas empresas. E você copia toda a equipe daquela conta no email. Eu mandei sem sequer colocar minha assinatura nele. Corri pro banheiro, joguei água no rosto e rezei mais um pouco. Voltei pra mesa e a mulher respondeu. Nisso meu chefe já tinha mandado o tal email também, sem fazer correções. Ou seja, igual. Imagina ela recebendo dois iguais...eu gelei porque óbvio que ela ia falar que tinha respondido o meu email. Pouquíssimos minutos depois, meu chefe, do meu lado: "Ela já respondeu!". Eu quase desfaleci. Quando eu li, ela escreveu "I just replied to Renata", e respondeu exatamente a mesma coisa que para mim. Sem dar forward no meu, nem falar meu nome. Ela confundiu meu nome!!!! E com o da gerente da conta!!! Como ela é finlandesa e copiou a gerente no email, ninguém entendeu nada mesmo e ignorou essa frase. Eu tive tanto, tanto medo que cheguei a achar que iam me mandar embora. Olha que bobinha!!!! Mas que houve uma "proteção" aí, houve...
Sunday morning

Sunday morning, praise the dawning
It's just a restless feeling by my side
Early dawning, Sunday morning
It's just the wasted years so close behind

Watch out, the world's behind you
There's always someone around you who will call
It's nothing at all

Sunday morning and I'm falling
I've got a feeling I don't want to know
Early dawning, Sunday morning
It's all the streets you crossed, not so long ago

Watch out, the world's behind you
There's always someone around you who will call
It's nothing at all


É preciso fazer um poema sobre a Bahia...
Mas eu nunca fui lá.


C.D.A.
In Alguma Poesia, 1930

sexta-feira, março 25, 2005


Seek and you shall find

Janeiro, 2003

- Já te disseram que você é lacônica?
- Já, muitas pessoas.
- Sério?
- Ahã, muitíssimas.
- :o

b&b

















Pingüins, quadros, Holandesa, "O Chamado", cheeseburger, eskol, fofoca, direito

Apanhadora Edu, repito o que já te disse: q esse ano seja infinitamente melhor q o ultimo, q vc consiga passar por cima dos problemas como um rolo compressor, sacudir e começar não uma vida nova, mas a viver de novo. muita saúde e dias de felicidade intensa são meus desejos a vc pro seu aniversario. If only...Se você soubesse o quanto te admiro...no trecho de um email lido hoje, meus olhos e minha alma se alimentaram daquilo que procuram alimentar as outras almas: obrigada por ser a minha amiga de todas as horas, obrigada por estar sempre aí pra mim. Eu nem preciso falar nada por que vc sabe muito bem o que vc representa na minha vida, nào é? "A" amiga de verdade. As pessoas sabem quando sentimentos são recíprocos né? Desnecessário falar, por isso me chamam de lacônica. Não consigo disfarçar sentimentos, nada nada. Ontem cheguei já mais tarde do que gostaria, e mais cansada do que gostaria. Tomei outro banho e fui ver Nandinho no Burger Bistro. E vi Mari de quebra. Algumas vezes, entre mim e algumas pessoas, o tempo passa mas é como se ele não existisse. Ver Mari e Nando numa mesa, comendo, bebendo e gar-ga-lhan-do, ver as baforadas desastradas dele e aquela gargalhada só dela, contando as estórias da Larinha...a mim, parece que estamos naquele banquinho sob as árvores em frente à faculdade de direito. Sorrio com os olhos manchados de preto - de quem dormiu de rímel.

29 de março de 1957, Petrópolis

Chove muito. Como eu gosto que chova. Todo o verde está escuro. É bonito e evocativo o dia escuro dentro das salas, quando está chovendo. As pessoas ficam mais graves. Dormi como há muito tempo não dormia. Um sono só, inteiro, sem que eu me sentisse. Oito horas assim como se não tivesse corpo. Meu corpo é um fardo. Devia viver duas vezes, para levá-lo ao túmulo em duas viagens. Era mais fácil para as minhas forças.

Geralmente durmo sentindo. Às vezes é o calor. Outras vezes ouço o que dizem e tudo o que soa. E me sinto sempre. Hoje, não. Estive deliciosamente morto. Da morte, so deve ser ruim o momento da justa saudade, quando se vê um filho e uma flor, quando se ouve um grito ou uma música, pela última vez.
A manhã foi linda. Saí de automóvel. Um dia esplêndido. Havia chovido e fazia frio. Muitas flores, nos parques, pelos canteiros.
Eu fico muito completo quando sinto frio.

Diários de Antonio Maria


*roubei da Marina porque foi impossível resistir

Uma semana quase inteira sem dar as caras. Não achei que isso fosse acontecer senão por uma boa causa - como uma viagem, um grande amor, por exemplo. Mas não por causa de trabalho. Sumi porque trabalho como um camelo no deserto. Deadline é a palavra que eu mais ouço. Continuo sonhando com afazeres e acordando de sobressaltos por causa deles. Hoje eu vou vegetar, pela primeira vez em dias e dias. Vou ver TV a tarde inteira, ficar deitada ouvindo a chuva, embaixo do cobertor, comer os bolinhos de bacalhau que a minha mãe está fazendo com um bom vinho e, no final da tarde, vou comer balas de leite da Koppenhagen e meu ovo de Páscoa do amigo secreto.

domingo, março 20, 2005




Setembro, 2001

- Quero sair de novo com você.
- Então saia.

Há dois dias me alimento praticamente só de pizza. Descobri que não posso mais entregar minhas sobrancelhas a nenhuma alma viva. Por isso mesmo que a preguiça não pode mais me vencer. Nem o pavor do dia útil.

Perdi a minha vida.
Se alguém encontrá-la, peço o favor de devolvê-la aos meus cuidados.

Esse verão foi verdadeiramente fechado pelas águas de março. :)
Marilia diz:
tiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Marilia diz:
onde c ta
cheguei aqui! diz:
oi mofito
cheguei aqui! diz:
em sydney
Marilia diz:
eeeeee
cheguei aqui! diz:
e mto lindo aqui!
Marilia diz:
vai ficar por ai/
cheguei aqui! diz:
eu vou....acabei de chegar..agora eu to indo na cidade ver que goras eu vou estudar, tirar visto, arrumar um celular,,,,,
Marilia diz:
q hs sao
cheguei aqui! diz:
10 e meia
cheguei aqui! diz:
manha
Marilia diz:
nossaa
cheguei aqui! diz:
do dia seguinte....mais do q ai, ne?
Marilia diz:
eh!
Marilia diz:
sao 20:30
Marilia diz:
noite
cheguei aqui! diz:
mofito!!!! eu tenho q sair, porque senao fica tarde....mas nao some!!!!!
Marilia diz:
taaaaaaaa
cheguei aqui! diz:
e ve se vem me ver aqui!
Marilia diz:
eu vou te encontrar em tokyo ano q vem!
cheguei aqui! diz:
for sure!
Marilia diz:
eeeeee
cheguei aqui! diz:
eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
Marilia diz:
saudadeee
cheguei aqui! diz:
mil bjos!
Marilia diz:
outros mil!

Vou trabalhar a tarde inteira.

Falem o que quiserem, mas o cabelo novo na Fernanda Lima tá lindo!

sábado, março 19, 2005

outback












Eu entendo hoje o significado da palavra estafa. Acordei cedo, mas me recuso a quebrar o ritual dos meus sábados, de ficar jogada na cama horas antes de botar o pé no chão. Liguei a TV: Pica-Pau, filme do Igby (de novo - e cada vez melhor), um programa sobre BBB no Multishow. Aí levanto e encho minha "xicrona" de café preto que degusto junto com jornal/internet, este primeiro disputado com meu pai. E blogo, claro (quando o blogger deixa e quando não publica as coisas duplicadas e desformatadas). Mas minha cabeça está na minha mesa de trabalho, e nas montanhas de pastas, papéis, cotações, emails não lidos, bilhetes de chefes sobre ela. Além do mais, quero ir quando a sala estiver vazia, e sem pessoas me pedindo coisas, sem gente que fala em voz alta (deveria haver multa pra isso). E eu tô exausta, de verdade. Acho que pela primeira vez na vida, porque não adianta eu dormir oito horas essa noite e achar que descansei, porque o negócio não cessa; pelo menos até o final de maio. Depois disso, vou querer ir à forra. Essa semana não pude ir à duas festas de aimgos queridos - uma delas, uma despedida de uma amiga, e agora quando lembro que não me despedi fico emcionada. Espero que possa revê-la em Tokyo. Meu corpo não me deixou ir às festas, foi forte a resistência. E quero escrever montes de emails, não consigo. Ontem saí pra jantar e fiquei estressada, meus nervos à flor da pele, sem paciência. Deixei isso transparecer, que droga. Meu sono também é meio instável, acordo de sobresaltos, vez ou outra, como se eu não estivesse no direito de descansar a mente. Mas daqui a poucas horas/minutos eu vou estar trabalhando.

quinta-feira, março 17, 2005




sessentona
Tudo passa!

Começo nossa conversa de hoje com uma historinha de humor Zen:

Certa vez, um monge foi falar com seu Mestre. Disse ele: - Mestre, minha meditação anda horrível, não consigo me concentrar, ando inquieto, agitado, minha mente vagueia por aí... Então o Mestre disse: - Isso vai passar. O discípulo foi embora. Meses depois, voltou ao Mestre e disse: - Mestre, minha meditação está maravilhosa, tenho conseguido estágios de grande concentração, estou atento à minha respiração... E o Mestre: - Isso também vai passar.

Dia desses, contei essa história a uma pessoa que estava muito triste e ela riu bastante. Achou engraçado o final da história. Penso que ela estava à espera de um final mais “feliz”, que lhe desse algum alento. Ela riu porque achou a minha historinha pouco animadora. No entanto, ter a consciência de que “tudo passa” não é algo triste ou desolador. Pelo contrário. A consciência de que as coisas ruins passam permite que soframos menos. Da mesma forma, a consciência de que as coisas boas também passam permite que as aproveitemos melhor.

A idéia de que “tudo passa” é uma verdade realmente insofismável. Você poderia apontar alguma coisa, neste mundo, que não mude, algo que permaneça imutável, sempre igual? O dia e a noite se alternam, o clima está sempre mudando, nosso humor muda por diversas vezes no mesmo dia, assim como o nosso estado de ânimo; os nossos relacionamentos mudam, o ambiente muda, o planeta muda, o chefe muda, “tudo muda o tempo todo no mundo”. Mesmo em termos geológicos, se pensarmos nas pedras, por exemplo: demoram um tantinho a mais, mas também mudam! Até as pedras mudam!

Essa idéia foi objeto de uma letra de Nelsinho Motta, imortalizada na voz de Lulu Santos: “Como uma Onda no Mar”. A letra diz: Nada do que foi será/De novo, do jeito que já foi um dia/Tudo passa, tudo sempre passará /A vida vem em ondas, como um mar /Num indo e vindo infinito/Tudo que se vê não é /Igual ao que a gente viu a um segundo/Tudo muda o tempo todo no mundo/Não adianta fugir/Nem mentir pra si mesmo agora/Há tanta vida lá fora/Aqui dentro sempre/Como uma onda no mar/Como uma onda no mar/Como uma onda no mar/Como uma onda no mar .

Heráclito de Éfeso, filósofo pré-Socrático (Séc. VI a V a.C), disse que não atravessamos duas vezes o mesmo rio. Quando voltarmos ao rio, não seremos a mesma pessoa, nem o rio será o mesmo rio. Muita água já terá passado por aquele local e o rio terá se transformado. As coisas vivem em constante transformação tudo nasce e morre a cada segundo.

Sofremos porque não temos essa consciência de que tudo passa. E por não aceitarmos plenamente a idéia de que tudo passa, por lutarmos contra essa idéia. Quando estamos vivendo um momento bom, esperamos que ele dure para todo o sempre. Quando ele passa, ficamos desolados. Puxa, como era bom! Tentamos resgatar o “antes” e vivemos com saudades do que passou. Não aceitamos a idéia de que aquele momento bom tenha passado. A falta da aceitação da idéia de que “tudo passa”, até mesmo as coisas boas, nos causa mais e mais dor.

Da mesma forma, quando estamos passando por um mau momento, com dor ou sofrimento, nossa crise parece maior porque pensamos que ela nunca vai acabar. Não colocamos as coisas em perspectiva. Temos a idéia de que aquele sofrimento vai perdurar, perdurar, perdurar... Às vezes, achamos que nunca sairemos de uma determinada situação difícil que estejamos vivendo. Novamente aqui, a falta da consciência de que “tudo passa” colabora para que soframos mais.

Tudo, neste mundo, é transitório. Por isso, viver cada momento é tão importante! Cada momento é único – e finito. Cada pessoa é única. Ela não vai durar pra sempre: nem aquelas de quem gostamos, nem as que “desgostamos” .

Assim, se tivermos consciência disso, consciência de que tudo está mudando e de que não podemos frear o relógio do tempo, não sofreremos tanto diante das circunstâncias, dos acontecimentos da vida. Valorizaremos cada segundo, por sabermos que ele é importante. Ficaremos felizes nas horas boas, desfrutando plenamente delas e teremos consolo nas horas más, por sabermos que elas também passarão. Afinal, tudo passa!

A palavra da semana é IMPERMANÊNCIA. Pense nisso!

Giorgia Sena Martins

*Pra você, amiguinho*

Zezito e Elis (Regina): Parabéns !! :*

Quase não parei quieta hoje, ave, era o que pedi a Deus. Morumbi, Itaim, Vila Mariana. Ufa. Cheguei, caiu o mundo, mas ainda consegui estocar a necessaire. Dia feliz. Até pão de queijo e café com leite às nove e meia, com a chefe, na Faria Lima teve! E almoço no Mc com amigos. Dias assim ou melhores virão? Acho que não até maio. Salve!

quarta-feira, março 16, 2005


Inbox:

to indo embora na sexta feira....pra australia
minha despedida vai ser quinta no art pizza...na r da consolação quase com a lorena, só paga o q consumir!
espero vcs lá.....snif snif
bjosssssssssss


reply:
snif snif digo eu!

Ps: lenny cravitis q se foda...
*créditos ao meu amigo Zezito Gota-Creysson

reply:
hahahahahahhaahahah

Hoje eu aprontei uma coisa digamos assim, marota. Dei um tiro no escuro, com pouco risco, mas ousado. Porque convenhamos, as coisas não são mais como eram antes, quando eu era simplesmente estagiária. Deu certo, tive momentos deliciosos durante a manhã de hoje. E eu tô estressada, sem conseguir raciocinar direito. Mas não sei se faria isso de novo. Pensando bem, com certeza faria. Haha

Ai de mim que sou assim, romântica, assim...tomei um baita susto hoje, bem hoje que estou em alfa, quando percebi que, pela primeira vez, que fui linkada noutro blog. E não é só "um" blog, mas "o" blog, um dos que eu mais adoro e tenho apego. Hoje é um dia Dali, de tão surreal. Tô vivendo o dia com se estivesse em sonho lúcido. Nada parece real mas sei que é. É o cansaço - não o físico, o mental - o pior deles porque é aquele que você dorme mas não descansa, descansa mas não se recompõe. Hoje eu vi um homem fazendo cooper na Marginal Tietê, tranqüilamente, embaixo da ponte do Limão ou da Casa Verde, não me lembro bem; quando você acha que já viu de tudo nessa cidade, ela te surpreende mais uma vez...Manhã chuvosa e toquei pra Receita, mais uma vez - mais de meia hora do lado de fora, só pra entrar. Desci do taxi e corri pra fila, garoava na minha cabeça. Havia um toldo mal feito, cheio de vãos que piorava a chuva porque criava goteiras de pingos gigantes. Quando ia pegar o guarda-chuva, a menina que estava na minha frente me viu com a pastinha protegendo a cabeça e me convidou pra entrar debaixo do dela. Fingi que não tinha e aceitei na hora - jamais vou perder a oportunidade de conhecer pessoas generosas. Ficamos ali na fila conversando. Quando entrei, achando que ia estar o caos, fui atendida em dez minutos. A sala de espera vazia, vazia. Mais surreal que o dia em si. Pego um taxi na volta,jogando conversa fora com o motorista; a corrida foi rápida, pouco trânsito. Quando ele foi fazer o recibo, dei uns setenta centavos de lambuja pra ele, que agradeceu. Na hora que fui descer, ele me desejou um ótimo dia etc e falou: foi uma corrida maravilhosa! Só ganho o dia quando coisas aparentemente banais me acontecem.

terça-feira, março 15, 2005

Sans la musique la vie serait une erreur.

Nietzche

Nunca deixe as pessoas perceberem que você é bem educada e não sabe retrucar grosseria. É um caminho sem volta.

segunda-feira, março 14, 2005


Ponto Positivo: eu trabalho com barulho de mar, o dia inteiro.
Como assim???
Não me pergunte como, o vento forte aqui no alto bate nas janela perfiladas em 90° com o chão e causa esse efeito deslumbrante. O dia inteiro, o barulho é de ondas quebrando seqüencialmente.
Olha, eu não quero mais reclamar. Juro. Mas às vezes fico pensando se era mesmo pra estar aqui. São sete horas de uma segunda-feira e recebi email de trabalho do meu chefe ontem. Sim, eu também acho que tem alguma coisa errada nisso. Sim, porque eu sou nova ainda. E eu tenho um empregaço. O simples seria gritar pára, marília!!!! não reclame, faça por onde. Mas eu às vezes, num (ns) acesso (s) de egolatria acho que eu sou criativa, inteligente, capaz e que aqui, por mais interessante e cheio de novas perspectivas que seja, nunca vai me proporcionar, por meio do meu ofício, a válvula de escape que eu busco pra expressar tudo isso! Eu queria ganhar meu pão escrevendo, descobrindo coisas novas, criando, mas só quando estou inspirada. Queria trabalhar menos horas por dia porque não quero ter a sensação, aos 40, de que podia ter feito tanto mais, perdido tanto tempo com aquilo que você não lembra com carinho na velhice, aquela coisa Epitáfio dos Titãs ou Como dizia o Poeta do Vinícius. Me fiz compreender, será?

domingo, março 13, 2005


You can dance / you can jive / having the time of your life
See that girl / watch that scene / dig in the Dancing Queen


Sexta-feira, quase oito horas da noite, tinha passado mal o dia inteiro. Voltei pra casa por um caminho diferente. Exausta, triste, enfezada. Passo na frente do Emílio Ribas, ali do lado do HC. Sempre reclamando, afinal sexta-feira à noite em São Paulo não preciso nem explicar. Me deu uma curiosidade enorme de dar uma espiada pra dentro daquele portão. Naquele momento, descendo a rua acompanhado de uma mulher, um homem andava cautelosamente com uma máscara cirúrgica no rosto. Ele exalava, naqueles ínfimos segundos, uma esperança, uma confiança, uma fé e uma força que eu não tenho. Desabei a chorar e o trânsito andou e parou, andou e parou. E eu chorava. Como a vida é ridícula. Eu só reclamo sem ter do que reclamar e ele ali, no contrapeso da balança, mas nunca antes ela havia causado esse encontro pra que me apercebesse. Só durante segundos, a vida me prega essa peça pra que eu veja que eu só preciso apreciar. Mais nada.

sábado, março 12, 2005


Sábado de sol e calor pela manhã. Você foi pro sítio, Marília? Não. Hmm, saiu pra almoçar com as amigas, fazer comprinhas na Oscar então, né? Não. Sábado pela tarde, chuva torrencial. Hmm, vai pegar um cineminha, olhar umas vitrines, né? Não. Hmm, então vai tomar um chopp com os amigos num bar, jogar conversa fora? Não. Já sei, ficar assistindo seriados da Warner deitadona na cama tomando uma coca light geladaça!! Não. Ué. O que tá acontecendo com você, guria? Nada...tô aqui, dando plantão na minha nova casa, aquela pra qual me mudei recentemente, sabe? Se você pudesse ver a minha mesa agora, não ia acreditar!!!


A vida tá ficando cada vez mais complicada e cada vez menos divertida.

quinta-feira, março 10, 2005


Mas sei que uma dor assim pungente não há de ser inutilmente
A esperança dança na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha pode se machucar

T.G.I.T.

quarta-feira, março 09, 2005

Lolito voltou cheio de fotos, eeeeee!
A primeira praia paradisíaca que eu me lembro fica em Maceió e se chama Praia do Francês, segundo minha mãe. Eu não lembro de quase nada, mas da cor do mar, das algas marinhas e da cor da areia eu nunca esqueci. E eu não tinha dez anos. Praia sempre foi o lugar onde eu sou mais feliz, mais completa. O mar é minha alma gêmea, me preenche meus vários vazios. Desde então, eu vivo em busca da praia perfeita.
Não raras são as vezes em que eu tenho a impressão que todo mundo à minha volta se acha mais esperto que eu. E eu fico lá, bancando a bobinha, a honesta, a prestativa, a simpática, a proativa. E todo o resto "se dando bem". Eu posso estar tão, mas tão enganada a ponto de quebrar a cara de um jeito primoroso, mas eu sou assim e morro achando que é assim que devo ser.
Mazinha, per,

Entro pouco no seu blog, vc sabe que encontrar um tempinho tá cada vez mais difícil, mas toda vez que leio o que vc escreve admiro mais esta minha velha amiga, que consegue ser minha companheira de todas as horas, mesmo estando distante...Impossível?! De jeito nenhum!!

Beijão!



* Kill me, killl me now!

terça-feira, março 08, 2005


Eu tenho evitado ao máximo falar de mim aqui, coisas muito-minhas-demais, andei até me policiando, porque no final das contas, você escreve, já sabe quem lê e ainda sobram aquelas pessoas que devem estar na frente do micro se perguntando who cares?. Semana passada - ou essa semana, não me lembro mais já que trabalho tanto que já não sei mais que dia é, que horas são etc - voltei do almoço e fiquei ali na frente da minha sala conversando com um povo, incluindo uma guria que trabalha em outro grupo, mas que senta na sala da frente. Ela na verdade é bem "chefe" já. Sempre comentei que ela tinha um cabelo de cair o queixo, vocês não têm noção: é ruivo acastanhado natural, comprido e meio ondulado. Daqueles que já me fizeram ficar horas em pé na farmácia me indagando se era possível achar em caixinha. Não, não é. Só made in papai e mamãe mesmo. Eis que ela me lança que o meu cabelo era lindo. Falei hello-o, olha o seu. Eis que ela me me veio com um aliás que me quebrou as pernas, na frente de todo mundo. Que não só meu cabelo era lindo, mas eu inteira (calma, ela é até casada). :o, pois é, mas continuou. Que tinha comentado com um gerente que eu era tão linda, chique, estilosa e diferente que parecia expatriada (gringa). Eu: mas de onde??? De algum lugar style, segundo ela. Parênteses: na minha língua trabalhística expatriado é aquele profissional tão bem sucedido que é mandado pela empresa pra fora do país, ou que vem de fora pra cá, e de quem a gente "cuida", do aspecto tributário, trabalhista, jurídico em geral. Pois bem, eu conheço expatriados e, acredite, no meu dia-a-dia, o sinônimo deles é God. Fiquei tão sem-graça na frente dos outros que só falei que ela era fofa. Outro dia uma amiga me disse que eu era "a cara" da Branca de Neve e ainda o manobrista do prédio um dia se referiu a mim pr'outra amiga como sendo "a branquinha de cabelos escuros". Tava quase sentando na cadeira do colorista, mas coloquei essa no pause. É que eu tô me achando.

* mudei de casa agora, minha nova home é na ZO
** descobri uma lojinha meio pé-no-chão na Oscar e grudei
*** falei espanhol profissionalmente pela primeira vez, hoje; ri pacas
**** cansaço na terça-feira? sim; em 2002 desconhecia essa palavra
***** tempo de ir no cinema durante a semana é meu sonho
****** vontade de doar minha TV
******* queria querer cuidar mais de mim
******** a-mo a palavra "trip"

About me


Ou seria about me? :o

sábado, março 05, 2005









If I could offer you only one tip for the future,
sunscreen would be it. The long-term benefits of
sunscreen have been proved by scientists, whereas the
rest of my advice has no basis more reliable than my own
meandering experience. I will dispense this advice now:

Enjoy the power and beauty of your youth. Oh, never
mind! You will not understand the power and beauty of
your youth until they've faded. But trust me, in 20
years, you'll look back at photos of yourself and recall
in a way you can't grasp now how much possibility lay
before you and how fabulous you really looked. You are
not as fat as you imagine.

Don't worry about the future. Or worry, but know that
worrying is as effective as trying to solve an algebra
equation by chewing bubble gum. The real troubles in
your life are apt to be things that never crossed your
worried mind, the kind that blindside you at 4 p.m. on
some idle Tuesday.

Do one thing every day that scares you.

Sing.

Don't be reckless with other people's hearts. Don't put
up with people who are reckless with yours.

Floss.

Don't waste your time on jealousy. Sometimes you're
ahead, sometimes you're behind. The race is long and, in
the end, it's only with yourself.

Remember compliments you receive. Forget the insults.
(If you succeed in doing this, tell me how.)

Keep your old love letters. Throw away your old bank
statements.

Stretch.

Don't feel guilty if you don't know what you want to do
with your life. The most interesting people I know
didn't know at 22 what they wanted to do with their
lives. Some of the most interesting 40-year-olds I know
still don't.

Get plenty of calcium. Be kind to your knees. You'll
miss them when they're gone.

Maybe you'll marry, maybe you won't. Maybe you'll have
children, maybe you won't. Maybe you'll divorce at 40,
maybe you'll dance the funky chicken on your
wedding anniversary. Whatever you do, don't congratulate
yourself too much, or berate yourself, either. Your
choices are half chance. So are everybody else's.

Enjoy your body. Use it every way you can. Don't be
afraid of it or of what other people think of it. It's
the greatest instrument you'll ever own.

Dance, even if you have nowhere to do it but your living
room.

Read the directions, even if you don't follow them.

Do not read beauty magazines. They will only make you
feel ugly.

Get to know your parents. You never know when they'll be
gone for good. Be nice to your siblings. They're your
best link to your past and the people most likely to
stick with you in the future.

Understand that friends come and go, but for a precious
few you should hold on.

Work hard to bridge the gaps in geography and lifestyle,
because the older you get, the more you need the people
who knew you when you were young.

Live in New York City once, but leave before it makes
you hard. Live in Northern California once, but leave
before it makes you soft. Travel.

Accept certain inalienable truths: prices will rise
politicians will philander. You, too, will get old. And
when you do, you'll fantasise that when you were young,
prices were reasonable, politicians were noble, and
children respected their elders.

Respect your elders.

Don't expect anyone else to support you. Maybe you have
a trust fund. Maybe you have a wealthy spouse. But
you never know when either one might run out.

Don't mess too much with your hair or by the time you're
40 it will look 85.

Be careful whose advice you buy, but be patient with
those who supply it. Advice is a form of nostalgia.
Dispensing it is a way of fishing the past from the
disposal, wiping it off, painting over the ugly parts
and recycling it for more than it's worth.

But trust me on the sunscreen.

*minha bíblia


Ontem, parada no trânsito, vi uma borboleta no Minhocão. Ela veio vindo em direção ao meu carro e quase bateu no meu vidro, quando desviou e sumiu no meio do cinza.

Hoje melhor do que ontem.
Cada dia melhor, thank you very much.

:: sinceridade, sempre.

Pra quem adora um hamburger, como eu, descobri o melhor (disparado) de São Paulo. Desbancou o então campeão, Royale do El Kabong. Ele se chama Cowboy Burger e fica num restaurante chamado Applebees, em Moema. Mas nada de garfo e faca. Hamburger se come com as mãos - limpas, naturalmente - e se lambusando bastante.

Apesar de padecer da mesma síndrome de Peter Pan que a Flávia Cintra, e gostar mais do passado do que do futuro, eu devo admitir minha queda por calendários. Ou melhor, um calendário em especial - o da Pirelli, do qual faço coleção. Tá certo que só tem mulher pelada, e isso realmente não é meu cup of tea, mas....são incríveis, só fotógrafos gabaritadíssimos!! E, mesmo estando meu papi afastado da Pirelli há alguns anos (ou talvez não, depois de ontem), eu continuei colecionando. Essa semana, cheguei em casa e reconheci a caixa em cima da minha cama - meu pai sempre coloca as coisas em cima da minha cama, igual quando eu era criança. Quando abri, lá estavam as fotos das brasileiras - entre as gringas - feitas pelo Patrick Demarchelier, no Rio de Janeiro. Essa coleção eu não empresto, não vendo, não troco. É minha relíquia, meu patrimônio. Quem sabe daqui uns anos eu não fico rica com isso, han? Vai saber!

quinta-feira, março 03, 2005


Hoje eu tô pra "odeio São Paulo", cansada do volume cruel de trabalho, assustada com o desprendimento das pessoas, e com medo de estagnar. Não tenho tempo de fazer os planos que eu preciso, mas como dizia Lennon, a vida é o que acontece quando você está ocupado com seus planos, então eu deixo isso em stand by por ora. Eu preciso mergulhar no mar, senti a brisa da praia, a areia batendo no rosto até machucar. Não tô light hoje, apesar de adorar quintas-feiras. Mesmo comendo meu arrozinho integral no almoço ainda tem gente que me tira do sério. Tenho que voltar a aprender a desligar desses tipos.
A-do-ro sensação de dever "cumprido".
O-dei-o gente grosseira e "sem noção".

quarta-feira, março 02, 2005




a vida, via de regra, nos é ingrata


deixe estar
Mensagem da minha vereadora preferida.

Panelaço

Muita gente está tão indignada com o auto-aumento de salário que alguns deputados estão propondo, que não se contenta em apenas escrever para a Câmara para reclamar e quer fazer algo mais, digamos, físico. Como organizar passeatas é sempre muito complicado, decidimos aderir a uma das melhores tradições dos conterrâneos do Tevez: o PANELAÇO.

Não tem protesto mais fácil e ao mesmo tempo tão visível (ou audível). Você só precisa sair de casa com uma tampa de panela e algo para bater nela. Pode até levar mais, para emprestar aos amigos. Na TERÇA-FEIRA ao MEIO-DIA vamos todos BATER PANELA por cinco minutos e mostrar que NÃO QUEREMOS que nossos representantes façam o que estão ameaçando. (Vai ficar mais difícil eles dizerem que a população aprova o aumento, como um deles já ousou fazer).
Quem for mais saidinho pode coordenar o negócio. Deu cinco para meio-dia, chama os colegas, avisa que tá quase na hora, e depois toca um apito ou sai batendo. Ninguém precisa sair de onde está ­ da janela de casa, do trabalho, no ônibus ou na calçada, é só começar a bater. Dá pra fazer no Brasil todo ao mesmo tempo. Como é muito difícil achar quem aprove o tal do aumento, fica lindo: homens e mulheres, ricos e pobres, brancos e pretos, patrões e empregados, professores e alunos, todos unidos em um mesmo protesto cívico.

Quem sabe Severino seja a gota d´água de que a gente precisa para se coçar mais um pouco do que costuma, e para escolher políticos melhores para nos representar.

Obrigada pela atenção de sempre, VAMBORA!

Soninha.


*Nossos hermanos, no quesito CIDADANIA ainda estão muito, mas muuuuito à nossa frente. Duvido que esse tipo de manifesto indignado pegue por aqui, mas...não custa sonhar que SP é Bs As, né?

terça-feira, março 01, 2005


Donde estás, tía?
Comendo guioza da Liberdade, preparado pela mamãe.
I´m in heaven.

Subject: Uma loja pra Marilia

Mali,

Seguindo suas indicacoes estou no SoHo agora..
mais precisamente na loja da Apple ouvindo algumas das suas musicas
que vc me gravou no Ipod...
Devo dizer que se a gente pudesse imaginar alguem em algum lugar,
definitivamente, essa loja da Apple eh onde vc esta agora comigo.
Que loja bacana, cheia de coisas pra mexer, tocar, fazer, aprender.
no andar de cima tem o Genius Bar.. sao uns 15 caras da apple que sao
um grande SAC, ajudando todos os donos de apple a tirar suas duvidas.

xxx

L.


Então tá. Enquanto isso eu padeço aqui no purgatório.
Ninguém pra ligar e dizer onde estou
Ninguém pra ir comigo onde eu vou
Por outro lado
Ninguém pra abaixar o volume
Ninguém pra reclamar dos pratos sujos
Ninguém pra eu fingir que eu não amo

Felicidade é a certeza de que nossa vida não está se passando inutilmente.

Érico Veríssimo